Em Latim
"ADEMUS AD MONTEM FODERE PUTAS CUM PORRIBUS NOSTRIS"
Em Português:
*"VAMOS À MONTANHA PLANTAR BATATAS COM AS NOSSAS ENXADAS"*
Se soubessem Latim não pensavam asneiras... ou pensam mesmo que editava algo que não fosse de cariz cultural...
O Seminário de Nossa Senhora de Fátima, em Beja, foi o alfobre onde nasceram e cresceram muitos amigos, hoje espalhados por este Portugal imenso, dando à sociedade o seu melhor.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Para amenisar
ABSOLUTAMENTE HILARIANTE!!!
Claro, só aqui mesmo é que acontecem essas coisas!
Quando passarem por Beja, poderão certificar se é verdade ou não.......
*O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento :*
*Beja, 5 de Fevereiro 2006.**
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o
sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau me tem
deixado embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a atenção despendida.
Peço deferimento,
Maria José Pau.
Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau:
Sobre a sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas o processo é complicado e moroso.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a remoção é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai, torna-se mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e tem sido utilizado há várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele. Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isto sem mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau do seu marido.
Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, pois poderia assinar o seu nome como 'Maria P. José'.
A nossa opinião é a de que o preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou embaraços.
Atenciosamente,
Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja
Claro, só aqui mesmo é que acontecem essas coisas!
Quando passarem por Beja, poderão certificar se é verdade ou não.......
*O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento :*
*Beja, 5 de Fevereiro 2006.**
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o
sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau me tem
deixado embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a atenção despendida.
Peço deferimento,
Maria José Pau.
Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau:
Sobre a sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas o processo é complicado e moroso.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a remoção é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai, torna-se mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e tem sido utilizado há várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele. Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isto sem mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau do seu marido.
Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, pois poderia assinar o seu nome como 'Maria P. José'.
A nossa opinião é a de que o preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou embaraços.
Atenciosamente,
Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Convívio da última quarta feira de Fevereiro
Hoje, 27 de Fevereiro, teve lugar pelas treze horas, frente à Casa do Alentejo, nas Portas de Santo Antão e frente à Rua do Regedor, a concentração dos persistentes e indefectíveis companheiros, ex-seminaristas de Beja. Um dos primeiros a chegar foi o Antonino Mendonça. Porque vinha de longe levantou-se mais cedo e, todo ufano, trazia o projecto de “filho”,(livro), debaixo do braço. Outros se lhe seguiram: Xico Acabado, Jacinto (Pratas) Latas, Robalo (avesso às novas tecnologias), Campos, Guilhoto, Zé Contreiras e suas aventuras com a Ramalhal figura, o Jacinto Charrama, com tendência para último, mas sempre sucedido pelo ocupadíssimo Túbal, que nunca chega antes do início do repasto.
Hoje éramos exactamente 12 =9+3. Quiseram dar-nos o prazer da sua companhia, alem dos já habituais Silva Pinto e Fernando “Matateu”, o cunhado deste, o Amigo Lourenço, cuja presença se tornou muito simpática e totalmente integrada no grupo.
Para variar, hoje não fomos à cervejaria Baleal, mas ao restaurante Os Unidos do Minho, frente ao conhecido João do Grão. O principal nestes encontros não é a ementa, mas, apesar de tudo, parece que a alteração não foi vantajosa.
Como deixei transparecer o Livro do Antonino continua o seu percurso, prevendo-se o lançamento a médio prazo.
O Jacinto Charrama fazia-se acompanhar do seu reprodutor de música em Mp3 e revelava-nos as suas produções originais: músicas “andaluces”, com realce para o Passo doble, interpretadas pelo próprio e a composição para filarmónica, interpretada pela Banda de Castro Marim.
Quanto ao projecto do Silvestre Aranha não houve notícia, embora algumas vozes se levantassem lembrando a inoportunidade de reactivar uma instituição adormecida, sugerindo que seria melhor apostar nos novos meios de comunicação para aí expressar temas e problemas socialmente relevantes.
Paralelamente outros disseram que há condições favoráveis para apostar na reactivação da Academia de São Sisenando, (Sisinando, Sesinando, Sizenando ou Sezinando, como queiram), com a promoção de eventos culturais importantes, para o que há massa crítica bastante e disponível.
Encerrada a sessão, quer dizer, terminado o almoço, seguiu-se a habitual constituição de pequenos grupos deambolantes até à ginginha.
Cumprido o ritual, fizeram-se os votos por bom mês de Março e vamos em frente que atrás vem gente: cada um seguiu ao seu destino.
Até 26 de Março, Companheiros!
Hoje éramos exactamente 12 =9+3. Quiseram dar-nos o prazer da sua companhia, alem dos já habituais Silva Pinto e Fernando “Matateu”, o cunhado deste, o Amigo Lourenço, cuja presença se tornou muito simpática e totalmente integrada no grupo.
Para variar, hoje não fomos à cervejaria Baleal, mas ao restaurante Os Unidos do Minho, frente ao conhecido João do Grão. O principal nestes encontros não é a ementa, mas, apesar de tudo, parece que a alteração não foi vantajosa.
Como deixei transparecer o Livro do Antonino continua o seu percurso, prevendo-se o lançamento a médio prazo.
O Jacinto Charrama fazia-se acompanhar do seu reprodutor de música em Mp3 e revelava-nos as suas produções originais: músicas “andaluces”, com realce para o Passo doble, interpretadas pelo próprio e a composição para filarmónica, interpretada pela Banda de Castro Marim.
Quanto ao projecto do Silvestre Aranha não houve notícia, embora algumas vozes se levantassem lembrando a inoportunidade de reactivar uma instituição adormecida, sugerindo que seria melhor apostar nos novos meios de comunicação para aí expressar temas e problemas socialmente relevantes.
Paralelamente outros disseram que há condições favoráveis para apostar na reactivação da Academia de São Sisenando, (Sisinando, Sesinando, Sizenando ou Sezinando, como queiram), com a promoção de eventos culturais importantes, para o que há massa crítica bastante e disponível.
Encerrada a sessão, quer dizer, terminado o almoço, seguiu-se a habitual constituição de pequenos grupos deambolantes até à ginginha.
Cumprido o ritual, fizeram-se os votos por bom mês de Março e vamos em frente que atrás vem gente: cada um seguiu ao seu destino.
Até 26 de Março, Companheiros!
1948 (Continuação) O Recrutamento para os seminários
O ensino público laico avançava com a “revolução do Estado Novo”, embora ainda deixasse muito a desejar. O ensino secundário não ía além das sedes de distrito.
Nestas condições as zonas rurais (aldeias e vilas), eram terreno fecundo para recrutar crianças ou adolescentes que quisessem estudar com vista a ascender mais tarde ao sacerdócio: alem dos apelos dirigidos através dos priores das freguesias, alguns dos padres da equipa de formadores do seminários fizeram autênticas campanhas de recrutamento nas aldeias dos distritos de Castelo Branco, Guarda Viseu e Aveiro, donde vieram para Beja centenas de rapazes, numa aventura que eles nunca sonhariam poder concretizar. As viagens de ida e vinda das férias eram recheadas de peripécias, umas rocambolescas outras quase dramáticas, e constituíam motivo de conversa durante dias e dias, cada um contando a sua odisseia.
No Alentejo a campanha de angariação de candidatos fazia-se ao nível da catequese. Embora muito afastado da igreja, o povo alentejano conservou sempre uma grande religiosidade, às vezes tocando as raias da superstição.
Nas aldeias , mesmo as que não tinham prior, havia sempre umas senhoras devotas que se reuniam na igreja local e catequizavam as crianças da escola, fazendo-se eco dos apelos do Vice-Reitor, Padre Torrão, através da Obra das Vocações, canalizados por um jornalzinho trimestral: O Nosso Seminário.
O regime de internato facilitava a vida dos deslocados estudantes e deixava descansados os pais que assim entregavam os filhos a educadores de confiança.
Os custos também eram muito menores do que no ensino oficial, sobretudo devido ao alojamento comunitário e alimentação que eram proporcionados, em boas condições de higiene e segurança sobre todos os aspectos.
A Diocese precisava de candidatos e, nas aldeias eram muitos os que queriam e precisavam de estudar e muitos almejavam mesmo vir a ser padres: não podemos escamotear que alguns se terão aproveitado da ocasião, mas penso que a maioria foi para o seminário com vontade de ascender ao sacerdócio. Só que, como se dizia: muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos.
Mas aqui há que render homenagem aos Seminários, como Escolas de Vida e Formação de Homens, (com as suas lacunas, que sempre existem), mas que muito deram ao país
Nestas condições as zonas rurais (aldeias e vilas), eram terreno fecundo para recrutar crianças ou adolescentes que quisessem estudar com vista a ascender mais tarde ao sacerdócio: alem dos apelos dirigidos através dos priores das freguesias, alguns dos padres da equipa de formadores do seminários fizeram autênticas campanhas de recrutamento nas aldeias dos distritos de Castelo Branco, Guarda Viseu e Aveiro, donde vieram para Beja centenas de rapazes, numa aventura que eles nunca sonhariam poder concretizar. As viagens de ida e vinda das férias eram recheadas de peripécias, umas rocambolescas outras quase dramáticas, e constituíam motivo de conversa durante dias e dias, cada um contando a sua odisseia.
No Alentejo a campanha de angariação de candidatos fazia-se ao nível da catequese. Embora muito afastado da igreja, o povo alentejano conservou sempre uma grande religiosidade, às vezes tocando as raias da superstição.
Nas aldeias , mesmo as que não tinham prior, havia sempre umas senhoras devotas que se reuniam na igreja local e catequizavam as crianças da escola, fazendo-se eco dos apelos do Vice-Reitor, Padre Torrão, através da Obra das Vocações, canalizados por um jornalzinho trimestral: O Nosso Seminário.
O regime de internato facilitava a vida dos deslocados estudantes e deixava descansados os pais que assim entregavam os filhos a educadores de confiança.
Os custos também eram muito menores do que no ensino oficial, sobretudo devido ao alojamento comunitário e alimentação que eram proporcionados, em boas condições de higiene e segurança sobre todos os aspectos.
A Diocese precisava de candidatos e, nas aldeias eram muitos os que queriam e precisavam de estudar e muitos almejavam mesmo vir a ser padres: não podemos escamotear que alguns se terão aproveitado da ocasião, mas penso que a maioria foi para o seminário com vontade de ascender ao sacerdócio. Só que, como se dizia: muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos.
Mas aqui há que render homenagem aos Seminários, como Escolas de Vida e Formação de Homens, (com as suas lacunas, que sempre existem), mas que muito deram ao país
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Mensagem do Companheiro Túbal
Embora com atraso, aqui vai a tua mensagem simpatiquérrima. Não pus a referência ao Sporting porque ontem...... tás a ver não tás? A tua intenção era boa!!!Obrigado!!!
Caro amigo,
Obrigado por me teres enviado o endereço do blog,que com muita coragem e dinamismo certamente vais assumir.Não sendo eu um "expert" nestas modernices,pois considero-me um infoexcluido,vou tentar dar alguma colaboração e desde já gostaria de sugerir que não ficássemos só limitados a uma visão saudosista dum passado que certamente nos marcou,mas que conseguissemos fazer um esforço, no sentido de partilharmos experiências de vida e de empenhamento na construção de uma sociedade mais justa,mais humana e mais fraterna.
Da minha parte tentarei que a minha colaboração tenha este sentido de partilha de preocupações vividas por todos nós que vão desde o mundo vasto e complexo da politica,das relações sociais,da cultura,das ciências e das artes,da vida internacional,dos meios de comunicação social e não esquecendo o amor,a familia,a educação das crianças e jovens e para alguns o trabalho profissional e até o sofrimento,etc.,quer dizer,todos os aspectos em que se manifesta a vida dos homens em pleno mundo
Com um abraço do
M.Túbal
Caro amigo,
Obrigado por me teres enviado o endereço do blog,que com muita coragem e dinamismo certamente vais assumir.Não sendo eu um "expert" nestas modernices,pois considero-me um infoexcluido,vou tentar dar alguma colaboração e desde já gostaria de sugerir que não ficássemos só limitados a uma visão saudosista dum passado que certamente nos marcou,mas que conseguissemos fazer um esforço, no sentido de partilharmos experiências de vida e de empenhamento na construção de uma sociedade mais justa,mais humana e mais fraterna.
Da minha parte tentarei que a minha colaboração tenha este sentido de partilha de preocupações vividas por todos nós que vão desde o mundo vasto e complexo da politica,das relações sociais,da cultura,das ciências e das artes,da vida internacional,dos meios de comunicação social e não esquecendo o amor,a familia,a educação das crianças e jovens e para alguns o trabalho profissional e até o sofrimento,etc.,quer dizer,todos os aspectos em que se manifesta a vida dos homens em pleno mundo
Com um abraço do
M.Túbal
domingo, 24 de fevereiro de 2008
1948 (Continuação)
No final da década de quarenta o Seminário de Beja era uma realidade arquitectónica de traço simples, mas muito funcional, constituído por quatro corpos fechando em claustro e um quinto corpo (ginásio e sala de conferências, hoje seria auditório), situado nas traseiras em paralelo e ligado em T aos outros quatro por um bloco de transição contendo sanitários e um grande depósito de água na parte superior.
Virado a nor-noroeste a frontaria dá para a Avenida Dom Afonso Henriques que o separa do Jardim Público, lugar de grande frequência popular, sobretudo no verão.
Para dirigir o seu seminário, escolheu o bispo José do Patrocínio, uma equipa jovem de padres de grande dedicação e sabedoria: Francisco Marques Torrão, Vice-Reitor, natural de Fundão, Manuel Nazário Correia, natural da Salvada, Artur Pires, natural da Branca –Aveiro, João António de Almeida, trasmontano, que asseguravam a parte disciplinar e funcional da casa nas suas vertentes gerais de relacionamento e convívio social comunitário e António Maria Bento Pires, igualmente trasmontano de Bemposta, que se encarregava da gestão do economato, providenciando a logística e alimentação de toda a comunidade. Na direcção espiritual estava um padre mais idoso pertencente a uma ordem religiosa que já não recordo nem o nome do mesmo. Em breve seria substituído nas funções pelo carismático Padre Gonçalves, alentejano de Serpa.
Esta era a estrutura física e intelectual do Seminário de Beja naqueles tempos de esperanças defraudadas. Em tempo dedicaremos mais alguma atenção ao funcionamento do seminário sob o aspecto de formação moral e intelectual, (humana), dos seus alunos.
(Continua)
Virado a nor-noroeste a frontaria dá para a Avenida Dom Afonso Henriques que o separa do Jardim Público, lugar de grande frequência popular, sobretudo no verão.
Para dirigir o seu seminário, escolheu o bispo José do Patrocínio, uma equipa jovem de padres de grande dedicação e sabedoria: Francisco Marques Torrão, Vice-Reitor, natural de Fundão, Manuel Nazário Correia, natural da Salvada, Artur Pires, natural da Branca –Aveiro, João António de Almeida, trasmontano, que asseguravam a parte disciplinar e funcional da casa nas suas vertentes gerais de relacionamento e convívio social comunitário e António Maria Bento Pires, igualmente trasmontano de Bemposta, que se encarregava da gestão do economato, providenciando a logística e alimentação de toda a comunidade. Na direcção espiritual estava um padre mais idoso pertencente a uma ordem religiosa que já não recordo nem o nome do mesmo. Em breve seria substituído nas funções pelo carismático Padre Gonçalves, alentejano de Serpa.
Esta era a estrutura física e intelectual do Seminário de Beja naqueles tempos de esperanças defraudadas. Em tempo dedicaremos mais alguma atenção ao funcionamento do seminário sob o aspecto de formação moral e intelectual, (humana), dos seus alunos.
(Continua)
sábado, 23 de fevereiro de 2008
O Seminário de Beja visto pelo Google
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