Encontrei esta interessante referência no jornal regional "Diário do Sul", publicado em Évora e que aqui publico, com a devida vénia.
O Seminário de Nossa Senhora de Fátima, em Beja, foi o alfobre onde nasceram e cresceram muitos amigos, hoje espalhados por este Portugal imenso, dando à sociedade o seu melhor.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
O diabo é gay
Dedução
E Deus fez a mulher...
Houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso resolveu complicar...
Deus deu à mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressequidas.
Deus deu à mulher seios firmes e bonitos.
O diabo fê-los crescer e cair.
Deus deu à mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a celulite e as estrias.
Deus deu à mulher músculos perfeitos.
E o diabo cobriu-os com lipogliceridos.
Deus deu à mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
O diabo fê-la falar demais.
Deus deu à mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.
Então Deus deu à mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.
Deus fez a mulher ficar maravilhosa aos 30, vibrante e gostosa aos 45.
O diabo deu de presente a menopausa aos 50...
Só pode haver uma explicação para tudo isso:
O cabrão do diabo só pode ser GAY !!!
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O anti-poeta ou poeta menor
Depois de saber que este indivíduo recebeu um prémio por uma tradução: "tradutore =traditore!", já nada me espanta.
Àh Guerra Junqueiro, se soubesses como isto, "a tua Pátria"; anda!!!
Àh Guerra Junqueiro, se soubesses como isto, "a tua Pátria"; anda!!!
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Baleal, 27 de Junho de 2012
D'antes nunca mais chovia. Agora é o calor insoportável que nos afeta. Mas, "vamos lá seguindo por esses campos fora", no caso por essas ruas fora.
Hoje tivemos duas surpresas: a comparência do Dr Lança Schwalbach e a filha do nosso veterano Contreiras, presenças que muito nos honraram.
Mas vamos mencionar-lhes os nomes para que fique na história: os primeiros a chegar, hoje, foram o ANTONINO e o NOCA, depois foram chegando o LATAS e o ZÉ DA PONTE, já precedidos do SILVA PINTO, seguiu-se o ROBALO e o XARRAMA, depois o ACABADO e o MATA, depois o CONTREIRAS & FILHA e finalmente apareceu-nos o LANÇA SCHWALBACH.
Todos muito bem apresentados e irradiando felicidade, decorreu a sessão dos abraços e dos: "há quanto tempo te não via!!!"
Enfim, estabelecida a ordem, composta a mesa, deu-se início à consulta do cardápio e à escolha da opção de cada um: o polvo hoje foi preterido e substituido por uns carapaus com arroz de feijão, que fizeram as delícias da maioria.
Os assuntos diversificaram-se, embora toquemos sempre no onde é que está este ou aquele e nas faltas que alguns já vão marcando por terem dado a alma ao criador: lembrámos o Fatela, o Vergílio e outros que agora não me ocorrem. Àh! O Zé da Ponte lembrou, o que muitos não esquecem, a agrassividade do P. Almeida.
Foi um repasto pacífico, sem recriminações, servido a comtento de todos e num ambiente familiar, diria mesmo, cordial.
Terminado o convívio fraterno, o primeiro a dar o fora foi o Mata que está sempre atarefado com os negócios: agora vai lançar-se no mercado de Moçambique, aquele homem não pára!
Trocando as últimas impressões fomos saindo paulatinamente pela Rua da Madalena, tocamos o Poço de Borratem, depois Praça da Figueira, onde o Noca e o Antonino tomaram boleia do Lança no seu SLK Compressor e outros seguiram pela Rua da Betêsga, onde não cabe o Rossio, e seguiram todos aos seus destinos, felizes e contentes, prontos para mais um mês, agora de calor, talvez nalgum ressort de praia ou no fresco aconchego das suas casas.
BOA SORTE AMIGOS e até daqui a um mês!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Vidigueira terras de pão gente de paz
Obrigado Caríssimo Antonino pelo esclarecimento relativo à citação de Fialho, que já corrigi.
Havia algures na Vidigueira um pequeno cartaz publicitário que referia também os "sabores", provavelmente para se tornar mais apelativo, como é normal nos tempos que correm
Havia algures na Vidigueira um pequeno cartaz publicitário que referia também os "sabores", provavelmente para se tornar mais apelativo, como é normal nos tempos que correm
terça-feira, 5 de junho de 2012
COMENTÁRIOS
Gosto de fazer comentários, mas não anónimos. Eu tenho a minha identidade que não teme apresentar-se seja onde for. Tentei comentar o blog, (Famoso), sobretudo pela qualidade das fotos, da Isabel, Companheira do Matita, mas não consegui.
Também estranho que ninguém comente os meus posts, mas aceito por certamente desmerecerem essa distinção.
Também estranho que ninguém comente os meus posts, mas aceito por certamente desmerecerem essa distinção.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Baleal, 30 de Maio de 2012
Já estávamos cheios de saudades, não era? Apresento as minhas desculpas primeiro por não ter comparecido em Abril e depois por não ter feito a crónica de Março, sobre o evento habitual mas não rotineiro, que consiste na nossa reunião de convívio nas últimas quartas-feiras de cada mês.
Hoje, foi especial: compareceram 12 convivas, ou seja 12 "amigos da ponta da unha".
Foram eles, sem ordem nem intuitos discriminatórios: ZÉ MIGUEL, neófito nestas andanças, JOSE AUGUSTO GUILHOTO, ANTONINO MENDONÇA, JOSÉ GUERREIRO JOAQUIM, SILVESTRRE RALHA ARANHA, SILVA PINTO, JACINTO LATAS, XICO ROBALO, JOSÉ MATA (Matita), XICO ACABADO, JACINTO XARRAMA E NOCA, (Nobre Campos).
A disposição da mesa não foi a melhor para a partilha do convívio, mas não foi difícil estabelecerem-se "tertúlias", cada uma discorrendo sobre o assunto que melhor lhe aprouve, estabelecendo-se conversas animadas sobre os mais diversos e ocasionais temas, sem esquecer as recordações mais arreigadas nas nossas preciosas memórias.
O Silvestre Aranha fez questão de salientar o cumprimento de uma promessa antiga: o arrastamento do José Guerreiro Joaquim, para este grupo de amigos: Benvindo sejas José Guerreiro e Obrigado pelo teu empenho Silvestre Aranha!
O Antonino Mendonça deslocou-se, para o efeito, desde Beja: é obra, e digno de realce e forte consideração!
Os restantes são mais habitués, mas nem por isso dignos de menos reverência.
O Jacinto Xarrama, com seu anedotário sempre atualizado, foi dos últimos a chegar, hoje sem culpa porque o Noca o arrastou para a cauda da coluna.
O Zé Miguel, jovem muito bem apessoado, veio de Milfontes, residência do Zé da Ponte, com quem ficou de se encontrar.
O Silvestre lá me recordou a estória do autocarro e do Carman Guia. Ainda hei-de pôr aqui uma foto do meu primeiro auto. Era um mimo e uma belezura.
Nem tive tempo de falar com o Silva Pinto, pessoa que muito me apraz trocar opiniões.
Feitas a despedidas, viagei com o Antonino, de metro, comboio e depois metro de superfície, na minha cidade de Almada.
Adeus Amigos, até ao próximo convívio!
Hoje, foi especial: compareceram 12 convivas, ou seja 12 "amigos da ponta da unha".
Foram eles, sem ordem nem intuitos discriminatórios: ZÉ MIGUEL, neófito nestas andanças, JOSE AUGUSTO GUILHOTO, ANTONINO MENDONÇA, JOSÉ GUERREIRO JOAQUIM, SILVESTRRE RALHA ARANHA, SILVA PINTO, JACINTO LATAS, XICO ROBALO, JOSÉ MATA (Matita), XICO ACABADO, JACINTO XARRAMA E NOCA, (Nobre Campos).
A disposição da mesa não foi a melhor para a partilha do convívio, mas não foi difícil estabelecerem-se "tertúlias", cada uma discorrendo sobre o assunto que melhor lhe aprouve, estabelecendo-se conversas animadas sobre os mais diversos e ocasionais temas, sem esquecer as recordações mais arreigadas nas nossas preciosas memórias.
O Silvestre Aranha fez questão de salientar o cumprimento de uma promessa antiga: o arrastamento do José Guerreiro Joaquim, para este grupo de amigos: Benvindo sejas José Guerreiro e Obrigado pelo teu empenho Silvestre Aranha!
O Antonino Mendonça deslocou-se, para o efeito, desde Beja: é obra, e digno de realce e forte consideração!
Os restantes são mais habitués, mas nem por isso dignos de menos reverência.
O Jacinto Xarrama, com seu anedotário sempre atualizado, foi dos últimos a chegar, hoje sem culpa porque o Noca o arrastou para a cauda da coluna.
O Zé Miguel, jovem muito bem apessoado, veio de Milfontes, residência do Zé da Ponte, com quem ficou de se encontrar.
O Silvestre lá me recordou a estória do autocarro e do Carman Guia. Ainda hei-de pôr aqui uma foto do meu primeiro auto. Era um mimo e uma belezura.
Nem tive tempo de falar com o Silva Pinto, pessoa que muito me apraz trocar opiniões.
Feitas a despedidas, viagei com o Antonino, de metro, comboio e depois metro de superfície, na minha cidade de Almada.
Adeus Amigos, até ao próximo convívio!
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