O Seminário de Nossa Senhora de Fátima, em Beja, foi o alfobre onde nasceram e cresceram muitos amigos, hoje espalhados por este Portugal imenso, dando à sociedade o seu melhor.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Baleal, 25 de Janeiro de 2012
Porque as condições meteorológicas nesta época do ano apresentam temperaruras baixas e as preciosas saúdes de Saus Excelências, nesta fase das mais que preciosas vidas já apresentam algumas debilidades, resolveu-se, de moto próprio e sem qualquer acordo prévio, fazer a concentração diretamente na Cervejaria "O BALEAL".
Quando cheguei já ali se encontravam o Robalo e O Latas. Depois foram chegando o Zé da Ponte que, por um triz não me pregava a partida de se apresentar como um desconhecido, mas que adrede reconheci. Depois apareceu o Mata, logo seguido do Silva Pinto e do Xarrama, depois o Fernandes e finalmente o Acabado, que ocupou a cabeceira da mesa.
Consultado o cardápio e feitas as repetivas opções e escolhido vinho, (hoje todo "da casa", devido à crise), entrou-se no convívio informal distribuindo-se os assuntos conforme surgiam nas mentes de cada um, ora recordando estorietas do passado, ora discutindo acaloradamente as prevalências entre o Barça e o Real: o Xarrama é pelo Real e o Acabado Pelo Barça, vá-se lá saber porquê.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Última 4ª Feira de Setembro
Esta foi uma das equipas mais expressivas da capacidade desportiva de todos os tempos do seminário. Da esquerda para a direita temos de pé, um militar do R.I.3 e depois o Canilho, o A. Pires Soares, o João Diamantino, o Ribeiro, o Bento Pires e o Rolim; em baixo temos o professor de ginástica - oficial do R.I3, o Virgílio, o Noca (Campos), o Camacho, o Sobral, o Carlos Bernardo e outro militar do R:I:3, adjunto do professor de ginástica.
Está enquadrada pelos alunos mais novos que admiravam e aspiravam ser bons jogadores e vir a integrar a equipa principal. Na foto figuram três elementos do R.I. 3, a saber: no canto inferior esquerdo o professor de ginástica e no canto superior esquerdo e inferior direito dois elementos auxiliares do referido professor que duas vezes por semana vinham ministrar aulas de ginástica no seminário.
Esta era a equipa do R.I.3 que também levou para contar, perdendo por um score menos expressivo do que a do Liceu, mas de qualquer maneira foi uma boa derrota.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Mais umas fotos por acaso
Em 1953, após a inauguração do Campo de Futebol de onze, do qual uma baliza se vê na foto, tiveram lugar alguns encontros de futebol com equipas do exterior, nomeadamente com o Exército,(Infantaria 3) e com o Liceu DIOGO DE GOUVEIA, (Liceu de Beja).
As duas fotos abaixo documentam o jogo com o Liceu: resultado 5-1 a favor da equipa do Seminário
Equipa do Seminário de Beja em 1953, da esquerda para a direita, em pé: Ribeiro, Canilho, Fausto que deveria ser um génio para já estar entre os grandes, João Diamantino, Jorge e Rolim; em 1º plano: Carvalho, Virgílio, Noca (Campos), Sobral e Pires Soares.
A equipa do Liceu era muito bem constituída por onze jovens da Mocidade Portuguesa, como se vê pela foto. Levaram só cinco para não serem muito castigados!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Uma foto por acaso
Alguém conhecerá esta gente! Tem todos mais de sessenta anos e são bons rapazes!
Vai conforme a recebi para não alterar nada do original.
Última 4ª Feira de Junho
Olá companheiros, apetece-me dar-vos uma tareia, então agora é assim, já estão tão caquéticos que até este almoço se esquece ou pior ainda, se menospreza?
Segundo me disseram, o mês passado eram 6 e hoje apenas 5, INACEITÁVEL.
Para compensar tivemos a surpreendente presença do José da Ponte, empresário há bastantes anos, creio que do ano do Noca, Zé Anjos/Guilhoto etc. Já não me lembrava dele pois era de 2/3 anos antes, porém trata-se de ex-colega simpático e colaborante, envio o mail dele como lhe dou conhecimento pela mesma via, dos vossos. Façam favor de mailar. Ele declarou-se receptivo a entrar no nosso carrocel. Alem dele, estavam o Acabado, o Charrama, o amigo do Charrama este vosso criado. Que pobreza de reformados.
O almoço foi animado, falámos muito dos tempos de antanho, do encontro do Seminário em Maio e só saímos depois das 15h. O meu almoço foi jaquinzinhos de 2 polegadas, conhecem? Tive o cuidado de medi-los com a métrica manual, o dedo.
Um abraço
Zé Mata
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Última 4ª feira de Fevereiro - Presentes seis convivas
- Comecemos pelos votos de melhoras e recuperação rápida do Robalo, ontem sujeito a cirurgia no Hospital do SAMS, (bancários);
- Lembrámos também o Oliveira Guardado que há três anos luta contra um AVC, em condições muito difíceis, como são todos estes casos de ataque traiçoeiro;
- Entrou-se depois na troca de galhardetes, mais ou menos amistosos, e sempre com elevação de abordagem, sobre as novas tecnologias e as manifestações "espontâneamente?" convocadas pelas redes sociais, em que foram intervenientes mais activos o Guilhoto e o Contreiras, com o Noca a moderar e o Latas a apreciar: O Zé Contreiras não se dispensa mesmo de estar presente na manifestação "apartidária" dos "jovens", geração "parva", que estão a ser convocados para a Avenida da Liberdade em 12 de Março;
- Já a "Abrilada" de Botelho Moniz em 1961, foi tema de grande interesse, em que Contreiras, Noca e Guilhoto, sob observação silenciosa, mas muito atenta, do Latas, intervieram com análises muito subjetivas e nem sempre coincidentes, verificando-se algum calor na discussão, mas acabou tudo em bem, como não podia deixar de ser, entre pessoas educadas e dotadas de bom senso;
- Finalmente, já em plena desembocadura da Rua Augusta com o Rossio, o Silva Pinto, o Xarrama e o Noca, a despropósito de tudo, envolveram-se numa interessante dissertação sobre arte,(ars = poema), e a sua relação com o bem e o mal, ressaltando-se que a capacidade criativa do artista, autor/criador de poemas, (lato sensu), é o apanágio mais saliente do homo sapiens e ela está na origem de todo o progresso da humanidade.
E "pronts"! Nada mais a acrescentar, senão que a Baixa de Lisboa está ficando triste, até os turistas, nesta altura, parecem pessoas estranhas, são incaracterísticos e inidentificáveis, tal a variedade de procedências e atipicismo dos espécimes: não gostei da Baixa, hoje!
O Rio Tejo, esse sim estava imponente e magestoso, como sempre! A travessia no velho Ferry que nos leva a Cacilhas é breve e cheia de surpresas, com a paisagem circular ímpar que se avista, desde a sumptuosidade da Ponte, presidida pelo Cristo Rei, até à austeridade das muralhas do Castelo, cheias de lendas e mistérios, desde que Martim Moniz se entalou na Porta e o Mestre de Aviz se fez coroar Rei depois de aclamado pelo Povão da velha Urbe,e ainda à longitude plana da margem esquerda, desde a Ponte Vasco da Gama até ao Pórtico da extinta Lisnave, na Margueira. É mesmo grande e belo este Rio que todos os dias beija os pés da Grande Lisboa!
Até breve Companheiros!
Noca
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Como se faz linha do TGV
http://www.youtube.com/watch_popup?v=qFE8nmKpmXY&vq=hd720





